Se no mundo dos concursandos seguir os “Dez Mandamentos” é sinônimo de ver o seu nome divulgado na lista dos classificados, cometer os “Sete Pecados Capitais” também pode significar a reprovação. Gula, soberba, inveja, preguiça, ira, luxúria e avareza também podem ser aplicadas na vida do candidato sem que ele perceba.
O Banco de Concursos, inspirado no “guru dos concursos”, o juiz federal Willian Douglas - que teve a ideia de criar e preparar a lista dos sete pecados -, também apresenta o que o candidato não deve cometer. Veja a lista dos sete pecados realizada pelo juiz.
Gula
O candidato se engana ao pensar que esse pecado se limita apenas à obsessão por comida. Uma pessoa pode ter gula por roupas, livros, música e outros. O ditado popular “A pressa é inimiga da perfeição”, tem o seu “quê” de gula. Gula para passar logo (e de primeira), gula para sair o edital, gula para acabar a prova. O candidato atropela todo o processo em que é preciso ter paciência e concentração.
Inveja
As preocupações com o concurso recaem sobre o seu adversário. Logo o candidato começa a se comparar com aquela pessoa que não tem dificuldades em aprender, que possui boa memória, que tem condições de pagar um cursinho e compra toda semana livros para o estudo. Faça a sua parte, treine em casa, saiba conviver com as suas limitações e procure maneiras de superá-las.
Soberba
Declarações como “Eu sei de tudo” ou “Eu não preciso estudar”, demonstram falta de humildade. E com essa soberba que não agrega resultados, os candidatos podem se decepcionar ao se depararem com a derrota. Praticar a humildade no dia a dia não lhe fará um candidato menos preparado.
Preguiça
A palavra dispensa explicações. Preguiça de estudar, de ir ao cursinho no sábado à tarde, de acordar cedo, de revisar um texto, de se debruçar sobre o livro. Fique atento ao maior pecado e fuja dele o quanto antes.
Ira
A família não o apoia, os amigos o criticam, as provas são difíceis, as disciplinas pesadas, as taxas de inscrição abusivas. Há candidatos que estouram, não conseguem lidar com a pressão e descontam a impaciência na primeira pessoa que aparece na sua frente. Não adianta, se quer mesmo passar no concurso, o jeito é se acostumar, estudar e lembrar que um dia tudo acaba.
Luxúria
Deixar de estudar para ficar o feriado inteiro no clube ou protelar aquela matéria que você precisava muito aprender para ir à boate com seus amigos não é a maneira mais apropriada para passar no concurso. O maior problema é o exagero. Dedicar uma hora do seu tempo para o lazer não tem problema, mas exagerar na dose é onde fica o perigo.
Avareza
“O barato pode sair caro”, já diziam. Economizar nos estudos, evitar gastos com livros, apostilas ou cursos. Estudar para o concurso público também é um investimento. O candidato tem medo de abrir mão do dinheiro, mas quer passar a todo custo. Ele não admite que outras pessoas possam se divertir, enquanto ele precisa ficar em casa estudando.
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